"Quero saber o que é o mundo e por que estou aqui e para onde estou indo...Quero saber também como voar sem um avião, se assim o desejar." Richard Bach
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Dubrovnik
Segundo Dia:
Neste dia não há muito para contar…
Tínhamos pensado em nos esticarmos ao sol na bela “praia” (não há é areia, só seixo)…
Após um belo pequeno-almoço, equipámo-nos e fomos até à praia. Ainda não eram 11 h e já era impossível estar ao sol. As nossas rotinas eram ir até à água, secar, pôr protector solar, ir até à sombra, voltar ao sol, ir até à água, secar, pôr protector solar, ir até à sombra, voltar ao sol, ir até à água, etc… Abandonámos a praia, tomámos um banho e pensámos em ir almoçar fora.
Porque a Gaivota queria muito comer peixe, o intuito era procurar um local com peixe a preço acessível. Andámos, andámos, andámos…digamos que demos a volta à península (foi um bocadinho mais) e nada… O Gaivoto estava quase a estrangular a Gaivota, quando se decidiram a parar num restaurante e comer supostamente um hambúrguer grelhado, que na realidade era um conjunto de carne picada frita.
Um gatinho esfomeado partilhou do nosso almoço e quando estávamos os três ligeiramente satisfeitos, seguiu cada um o seu caminho. Chegados ao hotel, foi altura de descansar e apreciar a vista.
O lazer nocturno contou com mais um passeio e um belo gelado :)
Conclusões:
- A cidade não tem muito mais para ver para além da cidade velha;
- Leve chinelos/sapatos de água (para entrar no mar adriático), colchão e guarda-sol, quando vai fazer praia;
- Se quer comer peixe, abra a bolsa;
- Nunca deixe andar uma Gaivota à procura de comida.
| Vista da nossa varanda da praia frequentada. |
| O Gaivoto capaz de picar a Gaivota. |
| Geladinhos |
Dubrovnik
A visita à cidade velha!
Após uma viagem de cerca de 20 minutos avistou-se uma zona movimentada e uma
muralha. Salta fora do autocarro e vamos encontrar um local para almoçar (eram três da tarde e nós apenas com o pequeno almoço fornecido pela Pensão Kiko). Ora…haviam dois restaurantes ali nas redondezas: o “Nautika” e o “Tomato Pizzaria”. O “Nautika” é aconselhado pelo turismo e tem muito bom aspecto, mas também tem uns preços à altura. Como a fome apertava um bocado, ignorámos o “Nautika” e corremos para a pizzaria. Duas belas pizzas foram devoradas e o preço pago fez-nos perceber que aquilo era uma cidade turística – 20 euros por duas pizzas e duas “Coca-colas” (relembro que na capital tínhamos pago cerca de dez euros e acrescentámos à pizza uma salada).
Vamos visitar a cidade :D
A entrada foi sentida como uma transformação! Atravessámos a porta de Pile, segue-se a Porta de Entrada na cidade de 1460 e voilá…estamos numa cidade medieval. Uma grande fonte (Fonte de Onofrio) com várias bicas chama a nossa atenção, assim como o elevado número de pessoas que se faz circular. Fomos avançando e deslumbrando-nos com a vizinhanças da avenida principal da cidade, até que chegarmos à Torre do Relógio. Esta cidade medieval, conhecida como “A Pérola do Adriático” conta com monumentos de interesse como a Catedral de S. Brás, Igreja dos Franciscanos, Convento de Santa Clara, Coluna de Roldan,Torre Minceta e o Forte de Lovrijenac.
Várias vielas desaguavam na rua principal, compostas por pequenas lojinhas, restaurantes e igualmente repletas de turistas. O visitar da cidade continuou por ruelas menos movimentadas e pequenas esplanadas junto ao mar. Várias pessoas circulavam pelas muralhas da cidade, mas tendo em conta que esse passeio custava 10 € a cada um, optámos por andar de teleférico até a um pequeno forte no cimo do monte (o custo do bilhete rondava os 11,5€).
Gostámos imenso da cidade velha de Dubrovnik!
Após um banho e um jantar ligeiro, foi altura de conhecer a zona circundante ao hotel. Um passeio à beira-mar encaminhou-nos até uma rua movimentada e com vários restaurantes, bares e geladarias… Após um relaxante passeio, o dia terminou com uma bebida e um merecido descanso.
Talvez seja importante referir que pernoitámos duas noites no Hotel VIS, hotel que não recomendamos. É certo que a zona do restaurante e a vista para o mar é uma excelência. A proximidade à já falada rua com restaurantes e praia, também são pontos a favor do hotel. Contudo, o hotel já é antigo, sente-se uma falta de modernidade que se traduz em conforto. O estacionamento, o preço dos quartos e a falta de elevador, são pontos que nos fizeram sentir que este foi a pior estadia de toda a viagem.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Viagem para Dubrovnik
O dia começa com uma luz intensa. Mais uma viagem pela frente que nos levará até ao auge (supostamente) das férias: vamos dormir à cidade mais falada da Croácia, Dubrovnik.
A preocupação sobre o paradeiro da parte inferior do biquíni assombra-nos, contudo, vamos tomar o pequeno-almoço, solicitar aos empregados que procurem aquela peça que possivelmente voo da varanda para algum lado.
O pequeno almoço é servido com vista para o mar e conta com o essencial de um pequeno almoço europeu, mas com possibilidade de serem preparados uns ovos mexidos ou um presunto :). Após a vergonha de ainda não trabalharmos bem com a moeda croata, subimos ao quarto para ir buscar euros, para proceder ao pagamento daquela bela estadia. Curiosamente…a parte de baixo do biquíni sempre esteve na varanda do terceiro andar…mas do quarto ao lado.
O hotel que nos albergará durante duas noites é grande e junto à “praia” (note-se que o conceito de praia exclui a parte de sedimentos de pequeníssimas dimensões - areia), contudo…ficámos um bocadinho desiludidos. Foram as noites mais caras da nossa estadia e o hotel…que menos nos agradou. Colocar o equipamento de ar condicionado por cima da cama é péssima ideia, principalmente quando ninguém acorda para o desligar. Este facto valeu-me três dias de nariz tapado e uma noite muito dolorosa.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Plitvica Jezera Nacional park – Lagos
No dia de sol e depois de uma visita agradável a Zagreb, vamos abandonar a Villa Antunovac, carregar os nossos cinco sacos e seguir na Musa até à costa croata. Contudo, uma vista intermédia espera-nos: Lagos de Plitvica.
A auto-estrada passou a estrada nacional com características de estrada que serve todas as deslocações entre aldeias. As curvas acompanham a natureza de uma serra e fazem sua vizinha uma vegetação agradável para um dia solarengo.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Croácia - Zagreb
Depois de uma falsa possibilidade de não embarcar no avião da Ryanair por termos tido uma mini atitude de sustentabilidade: imprimir os dois bilhetes numa única folha; lá voámos até Milão. O sentimento de deixar vários Alfaromeu Giullieta e Lancia Delta para trás e rumar à Croácia num Lancia Musa foi complicado, mas ultrapassado :) A estadia na Villa Antunovac surpreendeu pela positiva. O mesmo sentimento foi sentido ao visitar a cidade de Zagreb, que várias pessoas nos transmitiram como "boring"/"sem nada para ver"/"desinteressante". Não sabemos quais os parâmetros que levaram a caracterizar a cidade como tal, mas nós, após um dia de visita, somos da opinião ligeiramente contrária: Zagreb é uma cidade que merece ser visitada durante um dia. Catedrais, igrejas, praças, ruas cheias de esplanadas, jardins floridos e edifícios imponentes, com uma limpeza assinalável (mesmo fora dos centros turísticos) fazem jus às cidades europeias mais faladas e conhecidas. O custo de vida para um turista alcança os patamares do cidadão português, isto é, almoçámos muito bem (restaurante Tratoria Leonardo, nas proximidades do mercado Dolac, na rua Skalinska) por 79 kunas (aproximadamente 11 euros). Este preço inclui serviço em esplanada, uma bela e grande pizza com presunto, uma salada e bebidas. Marcos principais da visita: Catedral de S.to Estevão, a Igreja de São Marcos e a Torre de Lotrscak - que permite ter uma vista sobre toda a cidade.
SW tmn - Festival Sudoeste 2011
Está vivido!
Agradecimentos à Santa Casa que oferece bilhetes (obrigado a quem jogou na Raspadinha dos Concertos", oferece dinheiro (obrigado a quem tem azar ao amor), oferece mais raspadinhas e oferece lenços, chapéus, pen's, t-shirt's, porta-cinzas e fitas porta-chaves, etc.... o Zmar proporcionou uma boa estadia ao iniciantes do campismo, e uma má experiência a quem não usa GPS... Lamenta-se aqueles que acordam com o corpo marcado das pernas porque o colchão de ar baza misteriosamente durante a noite :) Umas refeições caseiras e um caro frango de churrasco forraram o estômago durante estes dias! Salienta-se que não se deve sair de casa, num dia de calor, sem mapa nem GPS! Obrigado ainda pelo empréstimo daquele veículo apropriado para a estadia de noite :) Os concertos valem a pena para os que não apreciam muito aquele tipo de música; ficam na memória eterna de quem gosta! Realça-se:
- a actuação de Kanye West, com um espectáculo fora de série, ao nível dele próprio;
- os Scissor Sisters (que deixaram o Ricardo enlouquecido :)), devido ao seu à vontade em contrariar aquilo que é punível muitas vezes pela moral e bons costumes;
- os The Script que mostraram o Rock irlandês e conquistaram quem não os conhecia;
- os Deolinda mostraram porque mereciam mais o palco principal que os Clã; e
- David Guetta que mostrou o porquê de ser o número 1 dos Dj's.
Ficam algumas recordações:
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